Saiba como será o 1º escalão em 2019

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Até o momento (5.nov.2018), o presidente eleito, Jair Bolsonaro, havia nomeado 20 ministros

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, reduzirá o 1º escalão do governo de 29 para 22 ministérios na Esplanada.

Destes, 6 serão ligados diretamente ao Palácio do Planalto:

  • Casa Civil;
  • Secretaria de Governo;
  • Secretaria Geral;
  • Gabinete de Segurança Institucional;
  • Advocacia Geral da União – (status de ministériotransitório);
  • Banco Central  –(status de ministério transitório).

Outros 16 ficarão na Esplanada:

  • Economia;
  • Agricultura;
  • Meio Ambiente;
  • Direitos Humanos;
  • Ciência Tecnologia, Inovação e Comunicação;
  • Relações Exteriores;
  • Defesa;
  • Cidadania;
  • Educação;
  • Saúde;
  • Justiça e Segurança Pública;
  • Turismo;
  • Infraestrutura;
  • Desenvolvimento Regional;
  • Transparência;
  • Minas e Energia.

Já foram confirmados nomes para 20. Faltam Meio Ambiente e Direitos Humanos.

A estrutura foi concluída nesta semana e anunciada pelo futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, na 2ª feira (3.dez.2018).

Infográfico para explicar a reconfiguração ministerial dopresidente eleito:

Para chegar a essa quantidade, o militar fundiu pastas e dividiu as atribuições de Trabalho em 3 ministérios.

Mais ministérios do que o prometido

Durante a campanha, Bolsonaro prometeu enxugar a estrutura do 1º escalão, dos atuais 29 para 15 ministérios. Mas vários órgãos que perderiam o “status” seriam prejudicados.

É o caso do Banco Central. Como já explicou o Poder360, parte da autonomia operacional da autarquia decorre do fato de haver “status de ministro” para o presidente do órgão. Ele disse que manterá assim até que o a instituição se torne independente.

Caso Bolsonaro feche o desenho da Esplanada com 22 ministérios, ele será o 3º presidente eleito, desde a redemocratização, a iniciar o mandato com menor número de pastas. O 1º é o ex-presidente Fernando Collor de Mello, que iniciou o mandato, em 1990, com 12 ministérios, seguido por Itamar Franco, que assumiu após o impeachment de Collor, em 1992, com 16 pastas.

Informação Poder 360.

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