Caucaia é laboratório de uma pesquisa juntamente com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) para monitorar casos relacionados a acidentes de trabalho

Membros dos colegiados da Atenção Primária em Saúde e da Atenção Especializada de Caucaia reuniram-se nesta segunda-feira (22) para discutir o fluxo das gestantes de alto rico e vigilância da saúde do trabalhador. O encontro aconteceu na sede da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), localizada no Centro.

“Ambas as pautas são fundamentais para buscarmos melhorias e colocarmos em prática estratégias assertivas de atendimento com qualidade a todos os caucaienses usuários do sistema local de saúde”, declarou o titular da SMS, Moacir Soares.

O fluxo das gestantes de alto risco foi a primeira pauta discutida pelo grupo, que tratou do tema no tocante à entrada das usuárias nas unidades básicas de saúde, ambulatório especializado e maternidade. “O intuito é ampliarmos e monitorarmos o caminho percorrido pelas grávidas que recorreram aos equipamentos de saúde do Município”, informou o assessor da SMS, Adail Afrânio Marcelino.

Conforme a Diretoria da Maternidade Santa Terezinha, 1.716 gestantes de alto risco foram remanejadas das UBSs para o equipamento, localizado no Marechal Rondon, na Grande Jurema, entre janeiro e junho deste ano. Em 2018 inteiro, a espaço registrou o atendimento de 3.165 pacientes com o mesmo perfil.

A importância da notificação de acidentes ocorridos com trabalhadores do município foi a segunda pauta debatida entre o grupo.

“Iremos nos organizar para elaborar um plano de ação voltado para o manejo clínico dos profissionais das UBSs e demais equipamentos de saúde do Município que registrem casos de acidentes de trabalho”, disse Afrânio. Segundo o gestor, notificações, a exemplo de perfuro-cortantes e ocorrências em indústrias, serão acompanhadas e monitoradas pela SMS.

Informação ASCOM/PMC.

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